quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Não devia ter-te deixado entrar assim na minha vida, não devia. Mas não pude. Entraste em mim por assalto e foi doce resistir. Agora quero expulsar-te, e não consigo. Perdi-me em ti, por descuido. Agora não me encontro sem ti.
De tudo nada ficou como prova: nem uma linha com a tua caligrafia, nem uma fotografia em que estivéssemos os dois, nem um dos teus lenços preferidos. Por vezes julgo, enlouquecida, que nem sequer exististe
.”

Há algum tempo que não via/lia nada do Pedro Paixão, este excerto encontrei aqui. Dá-me sempre que pensar a escrita dele...

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